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São Paulo lança plano de combate ao álcool na infância e adolescência

O governo do Estado de São Paulo lançou um programa exclusivo para combater o consumo de álcool na infância e adolescência. O projeto, que conta com o apoio do Ministério Público de São Paulo e representantes dos bares, supermercados e restaurantes, envolve também diversas secretariais estaduais, como Saúde, Educação, Segurança Pública, Justiça e Comunicação, além de órgãos como o Procon-SP e a Vigilância Sanitária Estadual.

Segundo o projeto apresentado pelo governador Geraldo Alckmin, serão desenvolvidas ações para tratamento, educação e fiscalização do consumo indevido por álcool por adolescentes nos estabelecimentos comerciais do Estado. Haverá também a abertura de clínicas de tratamento, com mais leitos para dependentes e ações específicas nas escolas, além de intensificação das blitze da polícia para flagrar e punir motoristas alcoolizados.

A proposta foi discutida ao longo dos últimos seis meses por representantes da sociedade civil, agentes do governo e especialistas em dependência causada por álcool e suas consequências. Levantamento feito pela Secretaria da Saúde aponta que uma pessoa é internada no Estado por problemas decorrentes do uso do álcool a cada 20 minutos. Os motivos vão desde intoxicação por abuso pontual até cirrose alcoólica, problemas cardíacos e câncer. A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que 4% das mortes ocorridas no mundo (cerca de 2,5 milhões de pessoas) são ocasionadas pela bebida, sem contar crimes passionais e acidentes de trânsito potencializados por ela.

Os jovens, principal alvo deste programa estadual, merecem atenção especial. O Cratod (Centro de Referência em Tratamento de Álcool, Tabaco e Outras Drogas) detectou que 80% dos pacientes diagnosticados alcoólatras deram o primeiro gole antes dos 18 anos, parte deles muito jovens, com 11 ou 12 anos.

Pesquisa do Instituto Ibope, feita a pedido do governo do estado, apontou que 18% dos adolescentes entre 12 e 17 anos bebem regularmente, e que quatro entre dez menores compram livremente bebidas alcoólicas no comércio. Segundo a pesquisa, o consumo de álcool acontece, em média, aos 13 anos.

Um projeto de lei, encaminhado à Assembléia Legislativa pelo governador nesta segunda-feira, prevê aplicação de multas de até R$ 87,2 mil, além de interdição por 30 dias, ou até mesmo a perda da inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS, de estabelecimentos que vendam, ofereçam, entreguem ou permitam o consumo, em suas dependências, de bebida com qualquer teor alcoólico entre menores de 18 anos de idade em todo o Estado.

Atualmente, o comerciante só pode vender bebidas alcoólicas a maiores de 18 anos. No entanto, se essa pessoa repassa o álcool ao adolescente ou criança no estabelecimento, ele não tem qualquer responsabilidade. A nova legislação muda esse ponto e obriga o comerciante a pedir documento de identificação para realizar a venda ou deixar que o produto seja consumido no local. Essas medidas têm como objetivo evitar que adolescentes tenham acesso a bebidas alcoólicas, que podem causar dependência, doenças, problemas familiares, violência, acidentes e mortes.

O projeto de lei paulista determina sanções administrativas, além das punições civis e penais já previstas pela legislação brasileira, a quem vende bebidas alcoólicas a menores de idade.

Os fornecedores de produtos ou serviços no Estado deverão afixar avisos de proibição de venda, oferecimento e permissão de consumo de bebidas alcoólicas a menores de idade, com indicação da nova lei, orientar os funcionários para que informem permanentemente aos consumidores sobre a restrição e exigir documento oficial com foto para comprovar a maioridade do interessado em consumir bebida alcoólica. Os estabelecimentos poderão abster-se de vender ou fornecer bebidas alcoólicas a quem se recuse a apresentar documento de identificação.

Além disso, caberá aos responsáveis pelos estabelecimentos demonstrar, sempre que abordado por agentes fiscalizadores, que a venda ou o consumo de bebidas alcoólicas no local não fere a nova legislação, especialmente em relação à idade dos consumidores que no momento da fiscalização estejam fazendo uso desses produtos. Caso o estabelecimento se recuse a comprovar a maioridade das pessoas que estejam consumindo bebida alcoólica, estará sujeito a multa e interdição. Todos os estabelecimentos que operam como autoserviço, como supermercados, padarias e lojas de conveniência, entre outros, deverão expor as bebidas alcoólicas em espaço separado dos demais produtos, com a devida sinalização sobre a lei.

  • Penalidades

O descumprimento da nova legislação sujeitará os infratores a multa de no mínimo 100 e no máximo 5.000 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesp) para cada infração cometida, além de interdição do estabelecimento por até 30 dias. Atualmente uma Ufesp equivale a R$ 17,45. O valor da multa, que dobrará em caso de reincidência, será estipulado conforme o faturamento do estabelecimento e a natureza da infração, que poderá ser classificada como leve, média ou grave.

Estabelecimentos que descumprirem a obrigatoriedade de afixação de avisos sobre a nova lei ou não os afixarem em número suficiente, infração considerada leve, poderão ser multados em 100, 500 ou 1.500 Ufesp, conforme sua receita bruta anual. Já a não separação das bebidas alcoólicas dos demais produtos em local específico, infração média, irá gerar multas de 150, 750 ou 1.500 unidades fiscais.

A infração mais grave, que é a venda, oferecimento ou permissão de consumo de álcool por menores no interior do estabelecimento, ou ainda a não comprovação por parte do estabelecimento de que as pessoas consumindo bebidas alcoólicas no local são maiores de idade, será punida com multa de 200, 1.000 ou 2.500 Ufesp e interdição por até 30 dias.

Se o estabelecimento descumprir a interdição ou insistir em continuar vendendo, oferecendo ou permitindo o consumo de bebidas alcoólicas entre menores de idade, poderá, após nova fiscalização, perder o registro de sua inscrição junto ao cadastro de contribuintes do ICMS.

Depois de aprovada e sancionada, a lei será regulamentada para definição da forma de fiscalização, instâncias fiscalizadoras e tamanho dos avisos a serem afixados nos estabelecimentos, entre outros itens. O início da aplicação das penalidades previstas na nova lei será precedido de ampla campanha educativa, realizada pelo governo do Estado, nos meios de comunicação para esclarecimento sobre os deveres, proibições e sanções.
“É uma lei extremamente importante, que tem caráter de saúde pública, protegendo crianças e adolescentes da ingestão precoce de bebidas alcoólicas. Não se deve permitir que jovens tenham acesso a substâncias psicoativas que viciam e podem causar sérios danos à saúde, além de problemas de convívio social e familiar”, afirma o governador Geraldo Alckmin.

“Parte das pessoas que começam a beber na infância e na juventude torna-se, mais tarde, abusadora dessas substâncias, ingerindo regularmente quantidade diária de álcool acima da considerada tolerável pela Organização Mundial de Saúde. Daí para a dependência química é um pulo. E é isso, exatamente, que pretendemos evitar”, diz Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde de São Paulo.

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Festival de Sopas


Até o dia 27 de agosto, o Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo) promove o Festival de Sopas 2011. O evento oferece três tipos diferentes de sopa a cada semana, além da especialidade da casa: a sopa de cebola. Há também mesa de antepastos, carta de vinhos de cinco nacionalidades, barista (café expresso) e opções de sobremesas, tudo por R$ 19 por pessoa. Estacionamento gratuito.

Local: Av. Dr. Gastão Vidigal, 1946, portão 3, Vila Leopoldina.

Qua. e qui., das 18h à 0h. Sex. e Sab., das 18h às 3h.

11º Festival de Inverno de Paranapiacaba terá programação caprichada

Foto: Felipe Godoy

Começa, no dia 16 de julho, o 11º Festival de Inverno de Paranapiacaba. O grupo Pato Fu abrirá o evento. Ainda estão previstos as apresentações de Milton Nascimento (dia 23), Jorge Vercíllo (24), Teatro Mágico (30) e Lenine (31). Estes shows acontecerão às 20h, no palco do campo (Avenida Fox, s/n). Os ingressos, gratuitos, serão distribuídos uma hora antes do início de cada atração.

Novos nomes e veteranos da Música Popular Brasileira também marcarão presença no festival. No Antigo Mercado se apresentarão Zé Geraldo (16), Renato Teixeira (17), Jair Oliveira e Beto Guedes (23, respectivamente às 14 horas e 17 horas), os pernambucanos do Mombojó e Pedro Mariano (24, respectivamente às 14 horas e 17 horas), Marcelo Jeneci (30) e Rita Ribeiro (31).

Neste ano, o Sesc, parceiro da organização do evento, será o responsável pelas atrações do Clube União Lyra-Serrano (Rua Antonio Olyntho, s/n). Estão confirmados os shows de Kleber Albuquerque e Raíces de América (16); Zimbo Trio e Vânia Bastos (17); Liquidus Ambientus e Cidadão Instigado (23); Go do Trombone Jazz e Nasi (24); Karallarga e Oswaldinho do Acordeon (30), e Ari Borges e Blues Etílicos no encerramento, dia 31.

Artistas da região também terão espaço garantido. É o caso de Éder Palmieri, o Coro de Santo André, João Cristal e a Banda Lira, com apresentações no Antigo Mercado e na Padaria do Mens (Rua Schnoor, 405), espaço que será destinado também à literatura. Para o público infantil, as atividades acontecerão na biblioteca (Rua Rodrigues Alves, s/nº).

  • Serviço

Dias 16, 17, 23, 24, 30 e 31 de julho, a partir do meio-dia.
Locais: Palco do Campo (Avenida Fox, s/nº), Espaço Sesc (Clube União Lyra-Serrano Avenida Antonio Olyntho, s/nº), Antigo Mercado (Rua Campos Salles, s/nº), Padaria do Mens (Rua Schnoor, 405) e na Biblioteca (Rua Rodrigues Alves, s/nº), todos na Parte Baixa da Vila.
Apresentações musicais, literatura e atividades infantis, entre outras atividades
Os ingressos, gratuitos, serão distribuídos uma hora antes do início de cada atração
Mais informações: (11) 4433-0339

Maior plataforma de pesca da América Latina é reaberta

Foto: Milton Michida

A maior plataforma de pesca da América Latina foi reaberta em Mongaguá, nesta sexta-feira (27). A obra recebeu cerca de R$ 8,2 milhões do Estado entre verbas da Secretaria de Planejamento e do Dade (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias).

A plataforma é um dos principais pontos turísticos da cidade, com 400 metros em direção ao mar e dois braços de 86 metros que formam um grande “T”. Inaugurada em 1979, teve parte de sua estrutura derrubada durante uma ressaca, em 2001. Agora, a plataforma ficará aberta 24h por dia, com lâmpadas de vapor de sódio que são mais eficientes em dias de nevoeiro e que favorecem a pesca noturna. Para acesso ao local, são cobrados R$ 5.

SP ganha maior laboratório para pesquisa de câncer da América Latina

Paulo Cesar Alexandrowitsch/SES

O Estado de São Paulo ganha nesta quinta-feira, 14 de abril, o maior laboratório destinado a pesquisas sobre o câncer da América Latina. O Centro de Investigação Translacional em Oncologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) Octavio Frias de Oliveira será a unidade coordenadora de uma rede composta por 20 grupos que atuam em pesquisa básica e aplicada em oncologia.  O investimento foi de R$ 2 milhões.

Em uma área de 2 mil metros quadrados, equivalente a um andar inteiro do Icesp, o local irá funcionar como uma espécie de superlaboratório, com plataformas multiusuários. A área integrará especialidades como epidemiologia, genética molecular, biologia celular, biologia molecular, virologia e engenharia genética, processamento de amostras (Biobanco de Tumores), laboratório de Expressão Gênica e Seqüenciamento e patologia molecular.

Com o novo centro será possível otimizar recursos, sistematizar a coleta, realizar o processamento de amostras e testes e acelerar a difusão dos resultados obtidos nas diversas frentes de pesquisa, que atualmente estão espalhadas em importantes instituições como o Hospital das Clínicas, Incor, Faculdade de Medicina da USP, Hospital A.C. Camargo, dentre outras.

O Icesp, além de coordenar e centralizar essa rede de pesquisadores, irá disponibilizar equipamentos e serviços comuns a todos esses grupos. No total, serão cerca de 40 profissionais e mais de 130 alunos de pós-graduação beneficiados.

Os equipamentos também são de ponta, e incluem microscópios a laser, seqüenciadores de DNA, separadores de células e ambientes para cultivo de células e produção de DNA recombinante e vírus recombinantes. A outra novidade será a implantação de um banco de amostras biológicas, com fragmentos de tumores congelados, amostras de sangue, RNA, DNA e proteínas coletadas dos pacientes.

O local atenderá programas de pesquisas clínicas, oncologia molecular (que estuda, por exemplo, novos marcadores para diagnóstico de tumores), inovações terapêuticas e, posteriormente, medicina regenerativa aplicada à oncologia.

Com a nova unidade, o Icesp passa a ser o ponto central de uma grande rede que reunirá todos os pesquisadores em câncer que hoje atuam em diversos locais. “Este centro permitirá testar com mais velocidade os avanços que forem surgindo na área de pesquisa oncológica. Com plataformas de alta tecnologia, iremos sistematizar o processamento de informações”, afirma Paulo M. Hoff, diretor-geral do Instituto do Câncer.

Os projetos de pesquisa que serão priorizados pelo Centro se dividem em quatro etapas. O primeiro é o Programa de Pesquisas Clínicas, que inclui estudos de novas formas para prevenir, diagnosticar ou tratar o câncer. Já o segundo, denominado Programa de Oncologia Molecular, se refere a estudos que vão do diagnóstico até as mais recentes inovações no campo molecular, como novos marcadores para diagnóstico de tumores, diagnóstico molecular por imagem e outros.

Também está prevista a implantação do Programa de Inovação em Terapia, que desenvolverá estudos sobre novas tecnologias, inovações e aperfeiçoamento de modalidades terapêuticas já existentes, além do Programa de Medicina Regenerativa aplicada à Oncologia, relativa ao estudo das bases para regeneração tecidual e sua aplicação na recuperação do paciente com câncer.

“Trata-se de um verdadeiro salto de qualidade na produção de conhecimento científico, na busca incessante de informação sobre o comportamento dos tumores e de novas formas de tratamento da doença”, diz o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri.

SP ganha ultrassom superpotente que destrói câncer

Paulo Cesar Alexandrowitsch/SES

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, irá disponibilizar aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) um equipamento ultrapotente que destrói tumores. Trata-se do High Intense Focus Ultrassound (Hifu), uma tecnologia inovadora resultante da fusão do ultrassom de alta intensidade com a ressonância magnética.

Pioneiro na América do Sul, o novo procedimento será utilizado, inicialmente, para tratar miomas e metástases ósseas, mas a ideia é ampliar seu uso para outras áreas da oncologia. O investimento para aquisição do equipamento foi de R$ 1,5 milhão.

O aparelho permitirá investigar novas terapias que, aliando o ultrassom à ressonância magnética, viabilizarão o tratamento de tumores sem a necessidade da realização de cortes e cirurgia ou de internação. Por não ser invasivo, o método, que dura aproximadamente duas horas, permite que o paciente realize o procedimento consciente, permanecendo acordado e podendo voltar para casa no mesmo dia.

O Hifu concentra até 1.000 feixes de energia ultrassônica com extrema precisão em um tumor no interior do corpo. Cada feixe passa através do corpo sem causar lesão, mas, quando convergem para o ponto selecionado, elevam a temperatura  nesse local. A ressonância magnética serve para localizar e direcionar  essa energia precisamente no tumor, de forma interativa e em tempo real,  fornecendo imediata confirmação da eficácia da terapia.

Além disso, estão sendo desenvolvidos no Icesp tratamentos que possibilitam a liberação de drogas quimioterápicas, em que nanopartículas com elevadas concentrações de medicamentos (o que pode ser altamente tóxico ao organismo, inviabilizando sua aplicação intravenosa), são injetadas e liberadas apenas no tumor, a partir do calor produzido pelo aparelho.

Os pacientes que se beneficiarão da novidade integrarão os protocolos de pesquisa clínica do Icesp. Além de esta ser uma novidade na área oncológica, a aquisição do equipamento estabelece inúmeras possibilidades e caminhos no ambiente de pesquisa. Isto representa um grande avanço não apenas para os pacientes do SUS, como também para a instituição, que se reafirma como referência na área de investigação e tratamento do câncer. Ganha, também, o país, que passa a ser reconhecido por sua produção científica e desenvolvimento de novos protocolos e tratamentos.

“Trata-se da democratização de um grande avanço científico, agora disponível aos pacientes do SUS, além de uma excelente oportunidade para avançarmos significativamente no desenvolvimento de terapias minimamente invasivas na oncologia”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri.

  •  Centro de Intervenção Minimamente Invasiva

O Hifu integra o Centro de Intervenção Minimamente Invasiva do Icesp, que realiza diversos tipos de procedimento, entre biópsias percutâneas, paracenteses, pleurocenteses, drenagens de coleções abdominais, pélvicas e torácicas, bloqueios nervosos, neurólises de plexos (controle de dor) e tratamentos ablativos de tumores.

As técnicas, funcionam como cirurgias que podem dispensar o uso de salas cirúrgicas. Além disso, na maioria das vezes, este tipo de tratamento não requer internações prolongadas ou anestesias profundas, o que permite ao paciente retomar suas atividades rotineiras em poucos dias e reduz a dor relacionada ao tumor, ampliando a qualidade de vida.

Vila Curuçá recebe a primeira Fábrica de Cultura de São Paulo

Foto: Márcia Alves/Secretaria da Cultura

O Governo do Estado inaugurou hoje (19) sua primeira Fábrica de Cultura, na Vila Curuçá, zona leste de São Paulo, ação inovadora na área de artes e cultura. No espaço, serão ministrados gratuitamente cursos e oficinas voltados à formação em todas as áreas das artes do espetáculo. Além disso, o edifício será um espaço de difusão cultural para toda a comunidade, sob a coordenação da Secretaria de Estado da Cultura. Ao todo, serão entregues nove prédios de 6 mil m², que já estão sendo construídos em regiões periféricas da capital: Cidade Tiradentes, Sapopemba e Itaim Paulista (zona leste); Brasilândia, Vila Nova Cachoerinha e Jaçanã (zona norte); Capão Redondo e Jardim São Luís (zona sul).

A partir do dia da inauguração, durante todo mês de março, jovens de 14 a 24 anos poderão participar de workshops com os educadores, que explicarão sobre cada curso, em aulas experimentais. Para participar, o aluno precisa apenas comparecer à recepção da Fábrica de Cultura, sem necessidade de inscrição prévia.

Já para as inscrições dos cursos oferecidos, os interessados devem comparecer à recepção da unidade ou se inscrever diretamente com o educador. Basta o aluno se informar sobre a faixa etária de cada curso.

  • O prédio

A Fábrica de Cultura da Vila Curuçá é formada por dois prédios integrados: o Teatro, que abriga todos os equipamentos necessários para a produção de grandes espetáculos, e o edifício de Múltiplo Uso, que reúne as salas de artes, biblioteca, salas multiuso, espaços administrativos e pedagógicos, refeitório e ambulatório.

Cada unidade da Fábrica de Cultura tem o custo de cerca de R$ 12,5 milhões. As unidades seguem um padrão arquitetônico e têm diversos espaços de múltiplo uso e salas específicas para as atividades práticas e teóricas de teatro, dança, música, circo, audiovisual e artes plásticas, além de biblioteca e teatro.

  • Fábricas de Cultura

O objetivo do programa é promover a participação de jovens de distritos vulneráveis da capital em atividades artísticas e culturais que contribuam para seu desenvolvimento e inserção social.

O programa Fábricas de Cultura começou em 2007, com ações artístico-culturais para crianças e jovens de 7 a 19 anos, moradores de bairros com baixos indicadores sociais. Desde então, as atividades foram realizadas em equipamentos culturais das regiões, até a conclusão dos prédios.

Cada unidade vai contar com uma biblioteca, em que, seguindo o modelo de sucesso da Biblioteca de São Paulo, a literatura será aliada da tecnologia. As bibliotecas das Fábricas terão acervo inicial de 2 mil livros e serão equipadas com computadores. Nos Ateliês de Produção serão oferecidos cursos de formação e atividades de mobilização nas áreas de teatro, dança, capoeira, circo, música em geral, literatura, artes plásticas, vídeo e fotografia. Na Vila Curuçá, o objetivo é atender 1,2 mil nos ateliês.

As fábricas ficarão abertas à comunidade aos fins de semana, com apresentação de espetáculos e com o programa Fábrica Aberta, que vai oferecer o espaço e os equipamentos para pesquisa, ensaio, produção e difusão da produção cultural local, além de encontros e seminários de profissionais da área da cultura. As Fábricas de Cultura serão equipadas com teatros, com capacidade para 300 pessoas, que terão espetáculos profissionais e também produções locais, além das apresentações criadas nas Fábricas.

Veja fotos da Fábrica de Cultura no Flickr da Secretaria da Cultura:

Baixada terá ‘filiais’ do Emílio Ribas e do Instituto do Câncer

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde, vai criar duas novas unidades de saúde na região de Santos. Com suporte de instituições de renome, serão referência para atendimentos oncológico e de doenças infecciosas para a população dos nove municípios da Baixada Santista.

As unidades fazem parte do primeiro pacote de medidas definidas pela Agência de Saúde a ser implementado na região. A Agência é um projeto piloto da Secretaria da Saúde para o desenvolvimento do Sistema Único de Saúde na Baixada Santista.

O Centro de Referência do Câncer, em Santos, terá apoio científico, tecnológico e de protocolos clínicos do Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp), maior centro especializado em oncologia da América Latina. A nova unidade será implantada nas dependências do Hospital Guilherme Álvaro, que passa por ampliação e reestruturação de serviços.

O Icesp II irá oferecer atendimento integral, com serviços de radioterapia e quimioterapia, além de internação. Com tratamento disponível na região, os pacientes não precisarão mais se deslocar até São Paulo.

“O Estado oferecerá um serviço de excelência em tratamento de câncer e preocupado com a humanização do atendimento” explica o infectologista David Uip, coordenador da Agência.

No Guarujá, será criado um hospital totalmente voltado para o atendimento de doenças infecciosas e parasitárias. O Instituto de Infectologia Emílio Ribas II funcionará no antigo Hospital Ana Parteira. Com uma parceria com a Fundação Faculdade de Medicina já existente, a unidade dará privilégio à contratação de profissionais da região.

O Emílio Ribas da Baixada terá 54 leitos de infectologia. O prédio também abrigará uma segunda unidade do Instituto Adolfo Lutz, que fará exames complementares aos já disponíveis no laboratório de Santos.

“A alta incidência na região de doenças como leptospirose e dengue exige que se tenha um serviço especializado para reduzir o número de óbitos de pacientes”, afirma Uip. “O objetivo é que essas instituições virem referência também para a formação de profissionais”.

Saúde na rota da humanização

Ao adentrar num hospital, é comum que o paciente se sinta fragilizado, receoso do que pode acontecer com a sua saúde, bem como com eventuais sequelas que pode sofrer. Se a doença for grave, como um câncer ou problema cardíaco, as incertezas costumam ser maiores ainda.

Por este motivo, oferecer um atendimento mais humano aos usuários dos serviços públicos e a seus familiares deve estar na pauta dos gestores do SUS (Sistema Único de Saúde) nas três esferas de governo.

O tema é complexo e não pode, de forma nenhuma, se restringir a ações isoladas, mas a um processo integrado, que envolva toda a equipe de um hospital, ambulatório ou serviço de pronto-atendimento, incluindo médicos, equipe de enfermagem, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, psicólogos, fonoaudiólgos, fisioterapeutas e os profissionais do apoio administrativo.

O Estado de São Paulo possui cerca de 600 hospitais conveniados ao SUS. Há boas experiências de humanização em boa parte dessas unidades, com resultados mensuráveis sob o ponto de vista da satisfação dos usuários.

Naturalmente, serviços que já nascem com diretrizes de atendimento humanizado desde o princípio têm a vantagem de que tais preceitos ficam enraizados desde o princípio, com ações incorporadas ao dia-a-dia. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), que desde sua inauguração, em 2008, implementou cerca de 50 projetos nesse sentido, voltado não somente aos pacientes e familiares, mas também aos profissionais da instituição.

O desafio que se impõe, a partir de agora, é trabalhar para que a cultura da humanização seja disseminada por toda a rede pública, norteando a assistência em saúde na direção do cuidado, do diálogo e do respeito aos pacientes e familiares. Para isso é necessário mudar conceitos, ampliar horizontes e inovar.

Mais do que isso: é preciso estabelecer um programa continuado de formação e qualificação de profissionais de saúde, além de indicadores e instrumentos de incentivo que contribuam para reconhecer os prestadores do SUS que mais se destacarem no desenvolvimento de projetos de humanização.

Prioritariamente, julgamos necessário desenvolver e acompanhar, nos hospitais públicos paulistas, iniciativas em áreas como acolhimento e avaliação de risco, flexibilização de horários de visita e direito a acompanhante e o fortalecimento da equipe interprofissional (psicólogos e assistentes sociais) para prestar apoio a pacientes e familiares.

A partir de um amplo diagnóstico da realidade atual dos serviços do SUS/SP, da sistematização dos dados e da implantação de consultoria permanente para os hospitais será possível estabelecer um novo paradigma no sentido de ampliar, aperfeiçoar e integrar as ações de atendimento humanizado para que esta seja, de fato, a realidade dos hospitais públicos paulistas em um futuro próximo.

Giovanni Guido Cerri, médico, é secretário de Estado da Saúde de São Paulo

Com a chuva, trecho da Linha 12 – Safira da CPTM fica debaixo d’água

Hoje à tarde, com a forte chuva, a circulação dos trens da Linha 12 – Safira da CPTM foi prejudicada. Os trilhos próximos à estação Jd. Romano ficaram submersos pela água do córrego que divide São Paulo do município de Itaquaquecetuba. A água ultrapassou os muros, os mesmos que desabaram no ano passado, e invadiu as ruas Danças Hungúras e Marigui e a Av. Diogo Costa Tavares. Porém, desta vez, devido à construção do piscinão, as vias e casas próximas ao rio não inundaram. Veja as fotos que tirei com o celular:

95% dos casos de câncer de testículo atingem jovens com até 35 anos

Levantamento realizado pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) Octavio Frias de Oliveira, ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, apontou que 95% dos casos de câncer de testículo atingem jovens com até 35 anos.

O levantamento apontou também que cerca de 60% dos pacientes tratados no Icesp com esse tipo de tumor, já inicia o tratamento com a doença em estágio avançado, tendo que se submeter ao tratamento quimioterápico.

Por ano o Instituto atende cerca de 150 pacientes com o problema. Apesar de raro, o tumor de testículo pode ser evitado. O diagnóstico precoce é fundamental e extremamente eficaz para combater a doença. Para isso, é importante que os homens realizem o auto-estame.

Em 98% dos casos, a queixa é de dor e aumento de volume testicular. Quando detectado inicialmente, as chances de cura são enormes, além do tratamento, que não será tão agressivo.

“É essencial que os homens realizem o autoexame e fiquem atentos a qualquer anomalia na região dos testículos. Apesar de raro, o tumor existe e o diagnóstico precoce aumenta as chances de sucesso na cura contra a doença”, alerta o coordenador do setor de urologia do Icesp, Marcos Dall´Oglio.

Icesp cria ‘cardápio’ contra o câncer

Morguefile

O consumo de alimentos com variedade, qualidade e quantidade adequadas é um dos principais fatores na prevenção do câncer. Por isso, o setor de Nutrição e Dietética do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, preparou uma lista com alguns alimentos que auxiliam na prevenção contra a doença (veja tabela abaixo).

Algumas substâncias como o Ômega 3, encontrado em peixes, e os polifenóis, presentes na maçã, diminuem a formação de compostos inflamatórios, o envelhecimento celular e, consequentemente, a proliferação de células tumorais. Já as fibras solúveis, presentes em alimentos como brócolis, couve manteiga e couve-flor, inibem a formação tumoral, diminuindo a possibilidade de mutações genéticas.

Os hábitos diários também podem aumentar o risco de desenvolvimento do câncer. O sedentarismo, por exemplo, é um fator negativo para as pessoas que buscam qualidade de vida.  A prática de atividade física diminui a resistência à insulina, tornando menor o risco de câncer colorretal, por exemplo. A obesidade também merece atenção. A ingestão alimentar excessiva leva a um aumento de peso, que causa regulação prejudicada da glicemia e hiperinsulinemia e, como consequencia, aumenta o risco do surgimento de tumor no pâncreas, fígado e rins. Outro efeito da obesidade em longo prazo é a Diabetes, que está relacionada com o desenvolvimento de câncer de fígado, endométrio, cervical e mamário.

Na contramão deste consumo saudável, há os alimentos que potencializam o desenvolvimento de um câncer e que devem ser evitados ou, então, consumidos com moderação, já que são ricos em gordura saturada. Bons exemplos são os de origem animal (carne vermelha, leite integral e derivados e bacon), que podem causar inflamação e alteração dos níveis de hormônios no sangue. A inflamação e o excesso de açúcar no sangue levam à intoxicação das células, o que favorece o desenvolvimento de tumores.

“Não podemos reduzir os alimentos a duas grandes listas: ‘heróis’ e ‘vilões’ da alimentação. Os principais erros em nossos hábitos alimentares não estão relacionados, exclusivamente, a ‘o quê’ comemos, mas também ao ‘quanto’ e ‘com que frequência’ nós consumimos alguns alimentos”, esclarece Suzana Camacho Lima, gerente de Nutrição do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.

Confira alguns alimentos que possuem propriedades funcionais que contribuem na prevenção do câncer:

Giovanni Guido Cerri assume Secretaria da Saúde

Divulgação

Com a proposta de formalizar parcerias, regionalizar ainda mais a saúde e combater as drogas, principalmente o consumo de álcool pelos jovens, o novo secretário de Estado da Saúde de São Paulo, professor Giovanni Guido Cerri, tomou posse oficialmente no cargo nesta terça, 4, em substituição ao médico Nilson Ferraz Paschoa, seu antecessor.

Para Guido Cerri, novas parcerias serão uma das prioridades em sua gestão. Uma delas será com a Secretaria de Estado da Educação, que visa combater o consumo de álcool entre os jovens, além de outras campanhas preventivas, como no caso da dengue. “Pretendemos fazer um cruzada contra as drogas, principalmente com o álcool, que é vetor de doenças e violência de várias naturezas, principalmente entre os jovens. Por isso é importante estarmos na escola, atuantes, fortalecendo a educação e a promoção de saúde”, afirmou Guido Cerri.

Estreitar a relação com as secretarias municipais de Saúde e o Ministério da Saúde para que a saúde pública seja distribuída regionalmente de maneira uniforme também está entre as suas metas. A organização física e a informatização, segundo Guido Cerri, farão com que os equipamentos de saúde sejam usados de maneira plena.

Guido Cerri também pretende reorganizar a referência e a contrarreferência no Sistema Único de Saúde (SUS), com fluxos bem definidos entre os serviços, para que haja racionalidade no atendimento aos pacientes. O secretário também ressaltou a importância da humanização do atendimento nos hospitais e ambulatórios estaduais, como forma de melhor acolher e orientar os cidadãos e seus familiares.

Perfil

Giovanni Guido Cerri é médico radiologista e professor titular da Faculdade de Medicina da USP. Nasceu em Milão, na Itália, em 9 de outubro de 1953. Criado na capital paulista, formou-se médico pela FMUSP em 1976.

Na Faculdade de Medicina da USP iniciou seu trabalho como professor em 1979. Fez doutorado e livre-docência, e tornou-se professor titular em 1996. Foi diretor clínico do Hospital das Clínicas da FMUSP de 1999 a 2002 e dirigiu a Faculdade de Medicina da USP entre 2002 e 2006. Entre 2008 e 2010 dirigiu o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo “Octavio Frias de Oliveira” e presidiu os conselhos diretores do Icesp e do Instituto de Radiologia (InRad/HCFMUSP).

O secretário também é membro do Conselho de Administração do Hospital Sírio Libanês, do Conselho Consultivo das Fundações Faculdade de Medicina e Zerbini, e do Conselho Fiscal da Associação Médica Brasileira (ABM). Até 2009 presidiu a World Federation in Ultrasound in Medicine and Biology.

Giovanni Cerri é autor de mais de 200 trabalhos publicados em revistas científicas nacionais e estrangeiras. Escreveu mais de 50 artigos veiculados em meios de comunicação, tem 22 livros publicados e mais de 30 prêmios conquistados, incluindo o Prêmio LAFI de Ciências Médicas (1984). Em 2010 ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura na área de Ciências.

 

15% das mulheres com câncer de mama têm até 45 anos

Engana-se quem pensa que apenas mulheres de meia idade ou idosas estão sujeitas a desenvolver o câncer de mama, a segunda principal causa de morte entre as mulheres brasileiras. Embora a idade seja um fator de risco importante para este tipo de neoplasia maligna, mulheres jovens também estão sujeitas a apresentar a doença.

Um levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, mostra que, das 2.573 pacientes com câncer de mama tratadas na unidade, 380 mulheres (15%) têm até 45 anos.

O estudo mostra que, do total de pacientes, 45% são ativas economicamente, 54% são casadas e 55% possuem baixa escolaridade, das quais 32% são analfabetas e 23% cursaram até o 1º grau. As pacientes são atendidas no Icesp gratuitamente, pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Com relação à ocupação, 25% estão desempregadas e 6% são aposentadas. Além disso, apenas 10% cursaram o segundo grau e 7,3% chegaram a cursar o ensino superior. De maneira geral, as pacientes possuem mais de 60 anos (47%). Do total, 47% são casadas, 40% são aposentadas e 41% cursaram até o 1º grau.

Além da idade, são considerados fatores de risco para desenvolvimento de câncer de mama o histórico familiar – especialmente se um ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) foram acometidas pela doença -, obesidade, sedentarismo, nuliparidade (não ter filhos), menopausa tardia (após os 50 anos), tabagismo e etilismo.

“Diagnóstico e detecção precoce ainda são as maiores armas contra o câncer de mama. Se, por um lado, a indicação para realização das mamografias anualmente seja a partir dos 50 anos, por outro indica-se, para mulheres de qualquer idade com histórico familiar da doença ou que tiveram câncer no ovário, que o exame seja realizado pela primeira vez aos 35, se repita aos 40 e a partir de então seja feito rotineiramente.”, afirma José Roberto Filassi, coordenador do setor de mastologia do Icesp.

 

Réveillon na Paulista: o espetáculo para quem não vai sair da capital

A 14° edição do Réveillon na Paulista, uma das festas de réveillon mais tradicionais do Brasil, promete ser inesquecível. A festa deve reunir 2 milhões de pessoas, que irão assistir aos shows de Fábio Jr., Fiuk e Banda Hori, Zezé Di Camargo e Luciano, Barra da Saia, Capital Inicial e a Escola de Samba Rosas de Ouro, campeã do carnaval paulista em 2010. Neste ano, o tema da festa é “São Paulo, a nossa obra de arte”. Inspirado na famosa frase de Mahatma Gandhi “A arte da vida é fazer da vida uma obra de arte”, o evento pretende homenagear os habitantes de São Paulo que, de alguma forma, contribuem com a produção de arte na cidade. O palco de 800 m² terá 27 metros de altura. Além disso, 13 telões serão espalhados ao longo da avenida, para garantir ao público a visualização plena dos shows. Ao todo, 25 geradores vão garantir energia para os mais de 700 mil watts de som e efeitos especiais – como a chuva de cinco milhões de confetes metalizados que foi planejada. Um show de luzes e 15 minutos de queima de fogos de artifício anunciarão a chegada de 2011.

As comemorações da virada terão início às 20h do dia 31 de dezembro e avançarão até às 2h30min do dia 1º de janeiro, sob o comando do ator Luigi Baricelli. Para garantir o conforto e segurança de todos, mais de quatro mil e quinhentas pessoas estarão atuando, direta e indiretamente, para realizar desde a montagem e desmontagem das estruturas até a realização dos shows que animarão o público.

Segurança

Serão 2.900 agentes da Polícia Militar, Guarda Civil Metropolitana e seguranças particulares atuando em toda a região da Paulista, com o apoio de viaturas, motocicletas, bases comunitárias e do helicóptero Águia. Além disso, 10 câmeras de vigilância com acionamento por controle remoto ajudarão a monitorar a festa. Não será permitida a entrada de materiais pontiagudos, cortantes ou garrafas durante o evento, por isso a vistoria de bolsas e mochilas será feita em toda a extensão da avenida. O público que participar da festa poderá ficar tranquilo quanto à alimentação e bebida, pois 80 quiosques serão instalados entre as ruas Ministro Rocha Azevedo e a Alameda Campinas.

Transporte

A melhor opção ainda é o transporte público. O sistema vai operar de forma ininterrupta com embarque e desembarque até às 2h do dia 1º de janeiro. Após este horário, as estações Paraíso (Linha 1 – Azul), Brigadeiro e Consolação (Linha 3 – Verde) ficarão abertas somente para embarque. As demais permanecem funcionando apenas para o desembarque. A frota de trens será reforçada e haverá aumento no contingente de operadores de tráfego e seguranças. A orientação do Metrô é para que os usuários comprem antecipadamente os bilhetes de embarque, para evitar filas e facilitar o acesso.

Números do evento

Trezentos e cinquenta banheiros químicos serão distribuídos em pontos estratégicos da avenida. Dez ambulatórios médicos com materiais e equipamentos de pronto atendimento, dez bases comunitárias da Polícia Militar e dez ambulâncias com médicos e enfermeiros e UTI móvel estarão disponíveis ao longo dos dois quilômetros da avenida. São aguardados cem mil turistas para o evento.

Assim, se você não for viajar no feriadão, aproveite a chance e participe da festa na mais paulista das avenidas. Com certeza você não se arrependerá!

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