Mitos podem prejudicar diagnóstico e tratamento do câncer de mama

Morguefile

Um levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado a Secretaria da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, apontou as principais dúvidas e questionamento das mulheres atendidas na unidade em relação ao câncer de mama. Os resultados foram alguns mitos que fogem bastante da realidade e que acabam não colaborando no diagnóstico e tratamento da doença.
O câncer de mama é uma das doenças que mais mata em todo o mundo, sendo no Brasil a segunda causa de morte. Somente no país, dentre todos os tipos de tumores, o de mama é o de segunda maior incidência nas mulheres. A falta de informação sobre a doença piora esse quadro.
Algumas dúvidas como “eliminar o leite da dieta ajuda a curar uma neoplasia maligna de mama?”, “o uso de desodorantes pode provocar câncer?”, “o consumo elevado de vitamina D pode aumentar o risco de desenvolvimento da doença?”, são exemplos de questionamentos comuns entre as mulheres.

Ainda se sabe pouco sobre os comportamentos que ajudam a ampliar ou reduzir as chances de desenvolver a doença, porém, é possível afirmar ou desmistificar alguns questionamentos.

Veja abaixo o que é verdade e o que é mito quando o assunto é câncer de mama:

Mitos

– Cessar o consumo de leite de origem animal cura o câncer de mama
– O uso de desodorantes pode aumentar o risco de desenvolver a doença
– Quem não tem histórico familiar não apresentará a doença
– Próteses de silicone podem causar neoplasia maligna de mama

Verdades

– A falta de vitamina D pode aumentar as chances de surgimento deste câncer
– Emoções negativas como estresse, mágoas e raiva estão associadas ao câncer
– Histórico familiar é um importante fator de risco para o câncer de mama. Se o parentesco for de primeiro grau (mãe ou irmã) a atenção deve ser redobrada
– Câncer de mama está associado à idade: quanto maior a idade maior a chance de incidência
– Ter a primeira menstruação precocemente ou a menopausa tardia (após os 50 anos), aumenta o risco de desenvolvimento da doença
– Gestações tardias (após os 30 anos) e a nuliparidade (não ter tido filhos) também ampliam o risco para o câncer de mama
– A ingestão regular de álcool, mesmo que em quantidade moderada, e o tabagismo podem elevar a chance de desenvolvimento da doença

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